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O Caos Estacionado: Ibiúna Sofre com a Inércia da "Zona Azul"

Desde meados de 2025, o centro de Ibiúna tornou-se um cenário de desordem e prejuízo. O que era para ser um sistema de rotatividade urbana transformou-se em um "estacionamento perpétuo", onde a falta de uma licitação para a Zona Azul estrangula o comércio local e testa a paciência do cidadão. A inércia do Poder Executivo e o silêncio do Legislativo são ensurdecedores. Enquanto a prefeitura patina em processos de "elaboração de projetos", o comerciante vê suas vendas despencarem.

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2/23/20262 min read

Desde meados de 2025, o centro de Ibiúna tornou-se um cenário de desordem e prejuízo. O que era para ser um sistema de rotatividade urbana transformou-se em um "estacionamento perpétuo", onde a falta de uma licitação para a Zona Azul estrangula o comércio local e testa a paciência do cidadão.

A inércia do Poder Executivo e o silêncio do Legislativo são ensurdecedores. Enquanto a prefeitura patina em processos de "elaboração de projetos", o comerciante vê suas vendas despencarem. O motivo é visível a qualquer um que tente transitar pela Rua Pinduca Soares ou XV de Novembro: as vagas estão ocupadas o dia todo, muitas vezes pelos próprios funcionários e lojistas, que, sem a cobrança, acabam involuntariamente impedindo que seus clientes estacionem. É o paradoxo do caos: o comércio nega o espaço ao consumidor por falta de regulamentação.

A urgência não é apenas para as ruas principais. É imperativo que o novo contrato contemple a Avenida São Sebastião até a altura do Posto de Saúde Central. Hoje, quem precisa de atendimento de emergência ou tem consultas marcadas enfrenta uma via saturada, prejudicando o acesso básico à saúde por pura falta de gestão de espaço público.

Ibiúna não pode ser refém de uma gestão que assiste passivamente ao esvaziamento das lojas em prol do comodismo de quem ocupa a vaga das 8h às 18h. Exigimos que a licitação saia do papel imediatamente. A cidade precisa de ordem, o comércio precisa de fluxo e o povo de Ibiúna precisa de respeito.

O Caos Estacionado: Ibiúna Sofre com a Inércia da "Zona Azul"

Milton Giancoli

O Reflexo do Abandono: Portas Fechadas e Placas de "Aluga-se"

O descaso com a mobilidade urbana já está cobrando um preço alto e visível: o aumento alarmante de lojas vazias na Rua Pinduca Soares e na Rua XV de Novembro. Onde antes batia o coração do nosso comércio, hoje multiplicam-se as placas de "Aluga-se". Não é coincidência; é consequência direta de uma cidade travada.

Além da ausência da Zona Azul há mais de oito meses, o desenho atual das vias é um convite ao caos. Com o estacionamento permitido em ambos os lados, as ruas foram estranguladas. O resultado? Sempre que um motorista tenta manobrar para estacionar, o trânsito da cidade simplesmente para.

Essa combinação de falta de rotatividade e vias sufocadas criou um ambiente hostil para o consumidor. O cliente prefere buscar centros comerciais vizinhos ou compras online a enfrentar o "funil" do centro de Ibiúna. Enquanto o Executivo e o Legislativo assistem inertes a essa asfixia econômica, o patrimônio dos nossos comerciantes derrete e o emprego do cidadão desaparece junto com o movimento das lojas.

Ibiúna não pode mais esperar por "estudos" que nunca terminam. Precisamos de soluções práticas de engenharia de tráfego e do retorno imediato da Zona Azul antes que o nosso centro comercial se torne um bairro fantasma.